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Not quite sun, not quite the moon



Segunda-feira, 08.07.13

Realmente viva

 

«Eis que, tremendo, muitas vezes forjamos um Deus que nos substitua nessa tarefa sempre sem precedente que é estar vivo, contribuir com a nossa força, a nossa vontade. Mas, enquanto o homem é toda a linha condutora do passado e só ele, apenas ele, Deus é o tempo anónimo que se converterá em nós.»

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por T.


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por Tânia Raposo


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