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Not quite sun, not quite the moon



Terça-feira, 21.05.13

Posta restante

Quando não se aguenta  no momento não aguento for real do não aguento mais  diz-se a coisa e aí sim, aguenta-se. Aí, meus amigos, é que se aguenta mesmo. Quem joga só no antes disso pode enfiar a viola na caixa e ir cantar sem ela para a freguesia do nosso senhor dai-me paciência.
Vinha a pensar nestas coisas muito profundas e fundadas quando a minha porteira resolveu escandalizar junto às caixas de correio. Ela era toda grandes golfadas, bruços, campeã de mais-de-dez-toques-no-ombro-alheio-enquanto-fala, sericotalho, bacalhau, azeite e alho, amanhã é dia de trabalho. Ah, o escândalo proletário ao lusco-fusco. Ladrões, e a menina, que até tem um posto, não é que seja ladrona, mas tem um posto.
E eu na cena do aguenta, que não aguentas, e agora tens de aguentar. Toma lá que já almoçastes, topastes?  ela não disse, mas pensou, e eu também.

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por T.


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por Tânia Raposo


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