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Not quite sun, not quite the moon



Domingo, 19.05.13

O cabo do consolo

A discussão era a propósito das desgraças televisivas e da salvação pelo cabo. Duas coisas incomodavam uma das palradoras, capacete lacado com madeixas brancas nos rolinhos doirados, saia com folho encarnado: a escassez de reposições nos canais generalistas e a rapidez de passagem das legendas em toda e qualquer coisa filmada no estrangeiro e falada em língua desconhecida. A outra, menos fluente em reclamês e mais acenadora de cabeça, hum, hum, estava claramente a apreciar a masterclass oferecida no passeio largo a quem quisesse parar para escutar.
A número um explicou-se muito explicada, a solução é simples; aliás, é um par delas, de soluções. A primeira consiste em começar a ler as legendas pelo fim. Não sendo ideal, resolve a apanha da ideia, que estamos na época dela. A segunda, mais dispendiosa, implica assinar o cabo, esperar que os rapazes do dito venham instalar-se durante uma hora ou mais, se tiveres sorte, e os meus eram jeitosinhos, no nosso lar, e a seguir já podes ver o Hermando Saraiva, morreu, coitado, mas a obra que deixou, viras para a RTP Memória, agora não m'alembro do número, isso é que me consola, e o que eu gosto daquilo, Cândida.

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por T.


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por Tânia Raposo


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