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Not quite sun, not quite the moon



Segunda-feira, 18.11.13

Um, número um


E agora, tenho outra vez aquele cartão do Bingo na mão: uma caneta de feltro e linhas encarnadas, a taça que muda de mesa e é sempre a mesma. Eu nunca ganhei coisa nenhuma, ao meu lado havia sempre alguém a gritar; mas aqueles números do acumulado, sempre a subir, eu fixava-os. Uma tonteira — que interessa?, fascinavam-me.
Ser simples dá muito trabalho. Quer dizer, conseguir estar na disposição que precede o nascimento das coisas simples, atravessar o tempo antes da vida das coisas simples. Isso sim, cansa de derrotas.

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por T.


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por Tânia Raposo


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