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Esta imagem é programática. Tirada num ano que a memória e uma taça e meia de tinto agora não me deixam precisar, esta fotografia é isso mesmo, um programa de vida.
Quem inventou a falácia do fecho para balanço não deve nunca ter crescido realmente. Nomeadamente a minha terapeuta, or should I say ex-therapist, que despachei a custo assim:
− Conhece o Gainsbourg?, perguntei eu.
− Quem?
− Je suis venu vous dire que je m'en vais.
− Isso é francês? Diga lá.
− Lá fora, que me vou embora.
Passa factura, atende bem e dispensa trabalho, por mais paradoxal que isso possa parecer. Eu não.