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Not quite sun, not quite the moon



Domingo, 05.01.14

A grande ilusão

Quando parava no ar, em pontas, víamos uma flecha apontada ao nosso coração. Naquele segundo, éramos sempre crianças. Felizes, pelo que veio ao mundo para nos fazer Bem. Crentes, no amor incondicional.
Depois, na explosão, esquecíamo-nos de nós e regressávamos definitivamente à infância, abraços, lágrimas, um País inteiro só alegria.
Subir ao céu é privilégio dos vivos. Ah, Eusébio, a gente vive agarrada à ilusão.

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por T.



por Tânia Raposo


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