Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Not quite sun, not quite the moon



Segunda-feira, 18.11.13

Um, número um


E agora, tenho outra vez aquele cartão do Bingo na mão: uma caneta de feltro e linhas encarnadas, a taça que muda de mesa e é sempre a mesma. Eu nunca ganhei coisa nenhuma, ao meu lado havia sempre alguém a gritar; mas aqueles números do acumulado, sempre a subir, eu fixava-os. Uma tonteira — que interessa?, fascinavam-me.
Ser simples dá muito trabalho. Quer dizer, conseguir estar na disposição que precede o nascimento das coisas simples, atravessar o tempo antes da vida das coisas simples. Isso sim, cansa de derrotas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por T.



por Tânia Raposo


Pesquisar

Pesquisar no Blog